16 setembro 2016

NOTA OFICIAL DA COLIGAÇÃO MUDA SANTA CRUZ

Diante do inegável crescimento da nossa campanha, que pode ser constatada a olhos vistos pela população de Santa Cruz, veículos de comunicação, notoriamente vinculados aos nossos adversários, começam a anunciar divulgação de "pesquisas" na tentativa inútil de influenciar a opinião pública e reverter as tendências que nos favorecem amplamente.
Não vamos entrar nessa guerra de números fajutos, como eles querem.
Independente de manipulações dolosas que possam vir a ocorrer, nossa equipe de marketing considera a campanha um sucesso e estamos em uma crescente, enquanto nosso adversário desce.
Estranho notar que determinados veículos de comunicação soltam essas "pesquisas" em dias estratégicos, como a véspera da nossa convenção o dia da entrevista do nosso adversário, e ontem, antes debate. O povo honesto e trabalhador de nossa cidade não pode ser enganado assim, nossas pesquisas internar apontam resultados MUITO diferentes do divilgado por esses veículos.
Nosso caminho está traçado e dando os resultados esperados. Por ele prosseguiremos, até a vitória. Junte-se a nós nessa caminhada.


Fábio Aragão. Coordenador.

08 setembro 2016

COM O MELHOR PREÇO E A MELHOR QUALIDADE DA CIDADE

  
O espaço ideal para você, seus amigos e sua família. Pizzaria À Nordestina, pizzas e pratos à la carte, com os melhores preços de Santa Cruz do Capibaribe.

Avenida Bela Vista, 51, Nova Santa Cruz.

Disque Pizza:

·                     3731-0180
·                     3731-3287
·                     9-9967-4371

Dez partidos anunciam voto a favor da cassação do mandato de Eduardo Cunha





Pelo menos dez partidos na Câmara dos Deputados afirmaram que suas bancadas comparecerão a Brasília e votarão em peso a favor da cassação do mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), às 19h da próxima segunda (12).

Ouvidos pela Folha, líderes de PT, PSDB, PSB, DEM, PRB, PDT, PC do B, PPS, PSOL e Rede disseram, em linhas gerais, que serão mínimas em suas bancadas as ausências ou votos para inocentar o ex-presidente da Câmara ou aplicar uma punição mais branda a ele.

Essas dez legendas somam 238 deputados, 19 a menos do que o mínimo necessário de 257 votos para que o mandato de Cunha seja cassado.

Mas a tendência é a de haver um aporte não desprezível de votos pró-cassação também no PMDB –a maior legenda da Casa, com 66 cadeiras– e nos partidos do chamado “centrão” (PP, PR, PTB e PSD, entre outros), sempre mais alinhados com o deputado peemedebista.

Desse grupo, os líderes do PMDB, PR e PTB não deram garantia de presença expressiva de suas bancadas.

“Tenho uns 800 mil comícios marcados para a segunda, mas vou tentar ir”, diz Jovair Arantes (PTB-GO), aliado de Cunha.

A votação é aberta e tem potencial de repercutir nas eleições municipais de outubro, pleito em que os congressistas permanecem completamente envolvidos, seja em candidaturas próprias ou apoiando aliados.

O temor de deputados de declararem apoio a Cunha é evidente hoje na Câmara.

A Folha ouviu líderes de 17 das 23 principais bancadas. Nenhum deles manifestou abertamente voto a favor do peemedebista.

ESTRATÉGIAS

Cunha e seus aliados, porém, demonstram não ter desistido de evitar a cassação.

Além de cartas e ligações para congressistas, Cunha estimulou aliados a tentar esvaziar a sessão da segunda-feira com o objetivo de evitar a obtenção dos 257 contrários ou adiá-la para depois da eleição municipal.

Nos últimos dias, porém, há a tentativa de emplacar na sessão novas regras que permitiriam a votação de uma punição mais branda do ex-presidente da Casa, como a suspensão do mandato.

Para isso, porém, é preciso que apoiadores de Cunha formem a maioria dos presentes na sessão.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (6) que irá rejeitar as propostas de mudança no formato da votação, mas que a palavra final será do plenário.

“Não haverá nenhuma decisão isolada minha. Qualquer decisão seguirá o regimento da Casa e será sempre respaldada pela maioria do plenário”, disse.

Folha de São Paulo

Na web, Silvio é chamado de racista por comentários sobre cabelo de criança




Silvio Santos foi chamado por intrenautas de “preconceituoso e racista” devido a comentários que fez sobre o cabelo afro de uma criança de cinco anos durante o seu programa exibido pelo SBT, neste domingo (4).

O empresário e apresentador perguntou à menina no Rio de Janeiro, se ela achava se estava bem com o cabelo crespo. A criança disse que “sim, que estava se sentindo bem”.

Em seguida, Silvio continuou insistindo nas perguntas e afirmou, por sua vez, que o cabelo da criança “estava chamando atenção demais”.

A internet não perdoou os comentários do apresentador e, imediatamente, muitas críticas foram direcionadas contra ele. O seu nome rapidamente chegou à lista de assuntos mais comentados no Twitter.

Em maio deste ano, Patrícia Abravanel, filha de Silvio Santos, também foi julgada pelo “tribunal da internet” como preconceituosa ao declarar ser contra tratar a homossexualidade como algo “normal”.

Depois de falar de sua frustração com o filme estrelado por Cate Blanchett, o apresentador perguntou aos participantes do quadro “Jogo dos Pontinhos” se eles eram “contra ou a favor de duas mulheres se amarem como se fossem um casal”.

Na vez de Patrícia responder, Silvio brincou ao chamá-la de carola. A apresentadora, que é evangélica, disse que não queria relacionar religião com a sua opinião.

“Li numa revista que um terço dos jovens se relaciona com pessoas do mesmo sexo. Eu acho muito um terço, mesmo sem saber se a opção deles é real. Eles experimentam”, disse ela. “Acho que o jovem é muito imaturo para saber o que quer. A gente tem que firmar que homem é homem e mulher é mulher. Acho que não é legal ser superliberal”, declarou.

Uol

Denuncia Exclusiva! Pais de alunos denúnciam cobrança de 10 reais por fardamento escolar em rede municipal de ensino.



    No fim da tarde desta quarta feira  sete de setembro, nossa equipe recebeu informações de denúncias de pais de alunos sobre cobrança indevida no valor de dez reais aos pais dos alunos da rede municipal de ensino pela entrega do fardamento escolar, para as comemorações do dia da independência.
   De acordo com a denuncia,  feita por mães de alunos da rede municipal, as cobranças forram obrigatórias para todos os alunos , caso não o fizessem não receberiam os fardamentos. No entanto os mesmos fardamentos sempre foram entregues gratuitamente pela prefeitura municipal em anos anteriores.

    Assim as mães que se sentiram lesadas e pelas cobranças, afirmarão que iram ampliar a denúncia indo as rádios locais e buscar a justiça para obter o reembolso cobrado indevidamente.

Informações do blog Valdir Paulo

26 agosto 2016

Com mais de 15 horas de sessão, 1° dia de julgamento de Dilma tem bate-boca



 

O primeiro dia de julgamento da presidente afastada, Dilma Rousseff, foi marcado por bate-boca entre petistas e senadores pró-impeachment e discussões sobre o papel de testemunhas arroladas por cada lado.

A sessão, iniciada às 9h33 desta quinta (25), foi suspensa às 00h17 de sexta (26), após quase 15 horas de duração. A sessão será retomada na manhã de sexta, com a continuação da oitiva de testemunhas.

Alguns episódios do primeiro dia têm certa relevância técnica para os autos do processos, mas politicamente não sinalizam mudanças no cenário favorável ao impeachment.

Uma polêmica envolveu decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, de rebaixar à categoria de “informante” o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Júlio Marcelo.

Personagem que defendeu as chamadas “pedaladas fiscais”, Marcelo foi arrolado como “testemunha” da acusação. A defesa conseguiu convencer Lewandowski de que ele não poderia ter essa posição por ter compartilhado em rede social uma convocação para um protesto contra a política fiscal petista.

O “rebaixamento” foi comemorado por aliados. O PT pretende lançar mão da chamada teoria do “fruto podre” na Justiça, caso recorra da provável decisão pelo impeachment de Dilma, segundo a qual um ato pode contaminar o processo.

Para tentar conter a ofensiva, Marcelo declarou que votou em Dilma nas eleições de 2010. Ponderou, entretanto, que não fez o mesmo em 2014.

Ronaldo Caiado (DEM-GO) deu o troco e questionou Lewandowski sobre a economista Ester Dweck, arrolada como testemunha de Dilma.

Dweck foi Secretária de Orçamento de Dilma e, agora, depois de ter perdido o cargo sob a gestão Temer, foi cedida pela universidade para o Senado, a pedido da petista Gleisi Hoffmann.

Logo pela manhã, um bate-boca entre senadores da base aliada e da oposição levou à suspensão, por alguns minutos, da sessão. Hoffmann questionou a “moral” do Senado para julgar Dilma.

“Eu exijo respeito ao decoro. Eu não sou assaltante de aposentado”, bradou Caiado. O marido de Gleisi, o ex-ministro Paulo Bernardo, chegou a ser preso na Lava Jato em investigação que apura supostos desvios de crédito consignado de servidores.

Lindbegh Farias (PT-RJ) gritou com Caiado: “Canalha”. O senador do DEM respondeu: “Abaixa esse dedo que você só tem coragem aqui, na frente de uma câmera. Vai fazer seu antidopping”.

Folha

Itália mobiliza 5.000 após tremor, e segue esperança por sobreviventes




A estrutura montada pela Itália para amenizar os estragos do terremoto de quarta-feira (24) se espalha pela região central do país, entre cidades já praticamente esvaziadas de seus moradores.

Em Amatrice, um dia após o tremor que deixou ao menos 267 mortos, não se ouvem os sons habituais da cidade, que se preparava para um festival gastronômico no fim de semana –o local dá nome ao molho matriciana, com tomate, bacon e pecorino.

Em vez disso, há o latido do cão farejador, o gerador de eletricidade, o sobrevoo do helicóptero e o grito do bombeiro. O resgate e o apoio a sobreviventes envolvem italianos de todo o país. As placas dos veículos registram nomes de diversas regiões.

Segundo informações do governo italiano, aproximadamente 5.000 pessoas foram mobilizadas para as operações após o terremoto.

Há desaparecidos, além de 365 feridos. Ao menos 470 réplicas já foram registradas desde o terremoto, ocorrido às 3h30 de quarta-feira (22h30 de terça-feira em Brasília).

17 HORAS SOB RUÍNAS

O cenário de Amatrice é semelhante, a 30 minutos dali, em Pescara del Tronto, onde se realizou um dos resgates mais emblemáticos. Uma menina foi retirada viva sob os escombros 17 horas após o terremoto.

“São histórias que simbolizam nossa vontade de viver”, diz à Folha o bombeiro Danilo Dionisi, presente no momento. “Buscávamos a menina desde cedo. Quando a encontraram, houve uma exaltação. Um silêncio. Nos deu força para continuar.”

Dionisi afirma que as buscas seguirão e que nenhum dos socorristas trabalha com a hipótese de que já não haja sobreviventes, apesar do passar das horas. “Nós manteremos a mesma força.”


Diogo Bercito/folhapress


O desabrigado Francesco Baldassarri, 70, em um acampamento entre Pescara del Tronto e Amatrice


Próximo dali, um grupo de policiais ajuda a controlar o tráfego. Uma equipe corre atrás de seu cão farejador, e soldados impedem a reportagem de se aproximar do centro da cidade, mais instável.

Em Amatrice, o núcleo histórico ruiu quase por completo. Uma igreja do século 15 estava danificada. A torre do relógio, construída no século 13, permanecia de pé, com o horário paralisado às 3h39, minutos após o terremoto.

Dario Franceschini, ministro da Cultura, disse que 293 locais de importância cultural foram seriamente danificados ou desmoronaram.

VOLUNTÁRIOS

Parte fundamental do resgate são os voluntários, como Chiara Diletta Marini, 26, que veio de Roma para auxiliar na distribuição de alimentos. Enquanto fatia pães com geleia para dar a moradores, diz: “Nunca vi nada assim”.

Ela afirma que a região necessita, principalmente, de medicamentos, uma avaliação repetida por outras pessoas envolvidas na ação.

Uma das razões por que houve estrago tão extenso é que as construções da região são antigas e inadequadas para enfrentar tremores. Casas de pedra são comuns.



Um grupo de jovens poloneses também viajou a Amatrice para se voluntariar.

Eles estavam na Itália a turismo, explorando cavernas, mas se sensibilizaram por relatos do desastre e foram de carro para lá.

A reportagem cruza com eles em uma estrada escura, descendo de Amatrice, carregando cordas e lanternas. Eles lamentam ainda não ter conseguido ajudar. “Não sabemos o que fazer, diz Yacub Ochnio, 26. “Não sabemos quem está no comando ou como podemos contribuir.”

Com o fluxo de voluntários ao local, parece haver excesso de mão de obra para uma tarefa que, com o passar do tempo, se torna mais improvável: localizar sobreviventes. É possível notar algum cansaço entre as equipes no local, e aspereza com quem está ali só para observar.

O comando varia de acordo com as tarefas, mas voluntários se reportavam aos bombeiros, à frente das buscas.

Folha